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Entregar grandes resultados ou ser um líder inspirador: o que é mais importante?

Apesar de vivermos na Era da Informação e da Tecnologia, muitos temas – entre eles, o Liderança – ainda passam por processos intensos de reciclagem e amadurecimento do que se é esperado dos profissionais que ocupam essas posições tão estratégicas dentro das organizações.

 

Essa necessidade faz com que sejamos levados, o tempo todo, a refletir a quantas anda o nosso papel de Líder, seja ele de processos ou de pessoas, dentro das empresas em que trabalhamos, ou ainda a refletir quanto à nossa própria carreira.

Por mais que pareça óbvio que é preciso encontrar, na pergunta acima, uma resposta que esteja próxima ao “caminho do meio”, ainda vemos muita gente perdida sem saber como dosar ou equilibrar os esforços para a entrega dos tão sonhados números, ou seja, dos indicadores de gestão, sem perder a “doçura”, leia-se, sem despedaçar a confiança adquirida junto ao time e a motivação que eles possuem para ajudar você a chegar aonde precisa. 

ssim, não é que não saibamos o que é preciso fazer. A questão é que não estamos sabendo como fazer, já que a velocidade das mudanças tem sido mais rápida que a nossa capacidade de assimilação das mesmas. Há pouco tempo um único jeito de fazer gestão era utilizado e, normalmente, a equipe precisava se adaptar a isso. Atualmente, invertemos os papéis, e o líder é quem precisa se acostumar ao fato de que as pessoas são diferentes e que uma fórmula única de motivação e gestão não vai garantir que ele permaneça no cargo por muito tempo.

Não é novidade alguma que “Liderar” sempre foi um desafio para as organizações. A palavra Liderança tem sido utilizada desde o ano de 1.300 d.C. e, em 1911, Taylor, mais conhecido como o pai da Administração Científica, já dizia sabiamente que a liderança seria a “chave necessária para que o contexto produtivo tivesse resultado”.

E, por mais que pensemos que individualizar a forma com que gerimos as pessoas possa ser algo inovador, o psicólogo Abraham Maslow, na década de 1950, em sua Teoria das Necessidades  Humanas, ressaltava que para um líder ter sucesso, ele precisava ter a habilidade de identificar as necessidades (fisiológicas, segurança, social, estima e autorrealização) de cada profissional pertencente ao seu time para conseguir, a partir disso, produzir um contexto que fosse favorável e motivador.

Portanto, ao aceitar o desafio de trabalhar com pessoas, você precisa saber que além de ser um profissional com competências técnicas que certamente provou ter, você precisará desenvolver competências e habilidades comportamentais, entre elas, comunicação, gestão de conflitos, tomada de decisão, gestão de mudanças, relacionamento interpessoal e muito mais. Todas essas habilidades são igualmente importantes e só irão ser desenvolvidas se você estiver disposto a conhecer mais sobre si mesmo.

Por mais que saibamos que cada organização escolhe valorizar o profissional por um viés muito particular (algumas empresas ainda olham mais para o resultado, outras empresas irão olhar mais para a sua forma de liderar), para a sua carreira e para o seu futuro no mercado de trabalho é preciso que você invista nos dois, pois apenas um desses não irá te dar garantias de sucesso.

Como fazer isso? Despertando em você o interesse verdadeiro em conhecer as pessoas, compreender como e por que elas fazem o que fazem, como pensam, como agem e escolhem interagir no ambiente. O melhor caminho para isso é participando da rotina dos colaboradores, conversando com eles com frequência sempre que sentir necessidade, fornecendo e pedindo feedbacks frequentes no decorrer do ano e não apenas nos dias de avaliação de desempenho.

Um outro ponto não menos importante é o investimento em você mesmo, seja por meio de cursos profissionalizantes fornecidos pela empresa, seja por cursos que você mesmo vai contratar como forma de capacitação continuada e alinhada com seus objetivos futuros, ou seja através dos processos de coaching de carreira ou até mesmo da psicoterapia para autoconhecimento.

Cuidar de nós mesmos é, sem dúvida, o nosso único investimento com retorno garantido. E fazer isso neste momento de mercado é uma jogada de mestre, pois, muitas vezes, o segredo está em ser, em sermos proativos e cuidarmos de nós mesmos, da nossa vida e da nossa carreira.